
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comemorou publicamente a menor taxa de desemprego da série histórica registrada em 2025, que fechou em 5,1%, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na sexta-feira, 30 de janeiro de 2026. Em publicação nas redes sociais, o mandatário afirmou que o governo seguirá trabalhando ao lado do povo brasileiro e destacou conquistas para o ano atual, incluindo aumento real do salário mínimo e imposto de renda zero para quem recebe até R$ 5 mil.
O que causou a queda no desemprego? Os dados anuais do IBGE, referentes a 2025, mostram que o Brasil registrou contingentes significativos em diferentes categorias de trabalho. O número de empregados da iniciativa privada sem carteira assinada foi de 13,8 milhões, representando uma queda de 0,8% em comparação com 2024. Já os trabalhadores domésticos totalizaram 5,7 milhões, com redução de 4,4%, enquanto os conta própria alcançaram 26,1 milhões – o maior valor já registrado na série histórica.
Qual o impacto na informalidade? A taxa anual de informalidade passou de 39% em 2024 para 38,1% em 2025. De acordo com a coordenadora da pesquisa, Adriana Beringuy, esse percentual é considerado um "valor relevante" e reflete uma característica estrutural do mercado de trabalho brasileiro. A análise técnica sugere que, apesar da melhora, a informalidade continua sendo um desafio persistente na economia.
Quais são as medidas anunciadas para 2026? Em sua publicação, o presidente Lula enfatizou que o governo começou 2026 com mais um aumento real do salário mínimo e a implementação de imposto de renda zero para aqueles que recebem até R$ 5 mil. Essas ações visam sustentar a renda da população e ampliar os benefícios econômicos, alinhadas com a política de redução do desemprego e promoção do crescimento.
Os dados divulgados pelo IBGE e as declarações do presidente Lula indicam um cenário de otimismo para a economia brasileira em 2026, com foco na continuidade das políticas de emprego e renda. No entanto, a persistência da informalidade, como destacado pela coordenadora da pesquisa, Adriana Beringuy, sugere que desafios estruturais ainda precisam ser enfrentados. O governo promete seguir trabalhando para consolidar essas conquistas e expandir os benefícios para a população, mantendo a atenção nas métricas econômicas e no bem-estar social.