
O Governo da Bahia divulgou nesta quarta-feira, 28 de janeiro de 2026, o resultado final do edital ATER Agroindústria, um investimento de R$ 105,5 milhões que beneficiará 16 mil famílias rurais no estado. A ação é parte do Projeto Bahia que Produz e Alimenta, executado pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR) com cofinanciamento do Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD).
O que significa o edital ATER Agroindústria para a agricultura familiar baiana? Publicado pela Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) e pela Superintendência Baiana de Assistência Técnica e Extensão Rural (Bahiater), o edital tem como objetivo aumentar a produtividade e a qualidade da produção vegetal e animal agroecológica. Segundo o titular da Bahiater, Lanns Almeida, as equipes de trabalho serão direcionadas para executar esse "importante investimento" que visa "impulsionar ainda mais o desenvolvimento rural no estado".
Como o programa Bahia Sem Fome se conecta a essa iniciativa? O edital faz parte da estratégia do programa, focando em organizações produtivas ativas atendidas pela CAR. O resultado final pode ser acessado através do link oficial do governo, garantindo transparência no processo de seleção. Essa medida reforça o compromisso do governo estadual com a inclusão produtiva, especialmente em comunidades rurais que buscam alternativas sustentáveis.
Qual o impacto financeiro e social esperado? Com aproximadamente R$ 105,5 milhões em investimentos, a expectativa é levar "mais dignidade para as famílias do campo", conforme destacado por Almeida. O projeto é uma iniciativa estratégica que combina recursos estatais e internacionais, demonstrando uma abordagem integrada para enfrentar desafios como a segurança alimentar e o fortalecimento da agricultura familiar na Bahia.
O anúncio do resultado final do edital ATER Agroindústria marca um passo significativo na política de desenvolvimento rural do Governo da Bahia em 2026. Com foco em produtividade agroecológica e apoio a 16 mil famílias, a iniciativa promete fortalecer a economia local e reduzir a dependência de modelos tradicionais. Para acompanhar os próximos passos, os interessados podem acessar o documento oficial e ficar atentos a futuros editais relacionados, como os voltados para povos indígenas e comunidades quilombolas, que também são debatidos em podcasts da CAR.