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O ex-lateral Rafinha foi oficialmente apresentado como o novo gerente esportivo do São Paulo na tarde desta terça-feira, 27 de janeiro de 2026, no CT da Barra Funda. Em sua primeira declaração, o dirigente, que conhece profundamente o clube por sua passagem como jogador, cobrou uma mudança imediata de postura da equipe e abordou os obstáculos estruturais e financeiros que enfrentará, incluindo o histórico de atrasos salariais.
O que causou a contratação de Rafinha? A chegada de Rafinha ao departamento de futebol do São Paulo visa fortalecer a gestão esportiva ao lado do executivo Rui Costa e do presidente Harry Massis. Em sua apresentação, Rafinha explicou que sua função será atuar como elo entre a diretoria, os jogadores e a comissão técnica, com foco prioritário no futebol. "Vou fazer essa função de elo entre diretoria e jogadores e comissão técnica, que acho que no momento é o que mais precisa o São Paulo. A prioridade é o futebol", afirmou o novo gerente, destacando que buscará uma "blindagem" no CT para que o time se concentre apenas em suas atividades esportivas.
Quais são os principais desafios apontados por Rafinha? Rafinha foi direto ao reconhecer as dificuldades que o clube enfrenta, tanto dentro quanto fora de campo. Ele relembrou sua própria experiência como jogador, quando foi campeão da Copa do Brasil mesmo com salários atrasados, mas deixou claro que essa situação não pode servir de desculpa para o desempenho atual. "Eu fui campeão com salário atrasado. Fomos campeões da Copa do Brasil com salários atrasados. Isso não é normal. Em nenhuma profissão isso é normal", disse, acrescentando: "Todos os problemas não podem ser uma muleta para os jogadores. não pode ser muleta para ninguém". O dirigente enfatizou que, apesar de entender o momento delicado, a recuperação do clube deve começar com vitórias, desempenho e uma nova postura, algo que ele considera parte fundamental de seu trabalho.
A chegada de Rafinha como gerente esportivo do São Paulo marca um novo capítulo na gestão do futebol do clube, com foco em superar crises políticas e financeiras através de uma mudança cultural e de postura. Com sua experiência como jogador e agora como dirigente, ele busca blindar o elenco e a comissão técnica das turbulências externas, priorizando o desempenho em campo. O próximo passo será acompanhar como essa nova estrutura, ao lado de Rui Costa e Harry Massis, impactará os resultados do time no Campeonato Paulista 2026 e nas demais competições, especialmente diante do apoio mantido ao técnico Hernán Crespo.