
O senador Jorge Kajuru (PSB-GO) revelou nesta segunda-feira, 26 de janeiro de 2026, ter recebido um diagnóstico de Parkinson em dezembro de 2025, iniciando tratamento, e avalia a possibilidade de se candidatar à Câmara dos Deputados por São Paulo nas eleições deste ano, conforme desejo do PSB, embora priorize sua saúde no momento.
O que levou Kajuru a revelar o diagnóstico agora? A informação foi divulgada pelo jornal Folha de S. Paulo e confirmada pelo Estadão, após o senador não ter se pronunciado publicamente sobre a doença anteriormente. Kajuru já havia afirmado que não sabia se disputaria as eleições de 2026, citando desmotivação com a política.
Como a saúde do parlamentar tem impactado sua atuação? Em 2025, Kajuru se licenciou do Senado por 30 dias para tratar problemas de saúde, incluindo insônia, depressão, fraqueza muscular e pólipos no intestino. Diabético, ele está no Congresso desde 2019, ano em que retirou um tumor no pâncreas, mostrando uma trajetória de desafios médicos.
Qual o contexto político recente de Kajuru? Como mostrou o Estadão em 2024, o senador criticou o excesso de dias sem atividade no Congresso Nacional, afirmando que os trabalhos no Senado têm sido prejudicados pela falta de sessões deliberativas. Na ocasião, ele reclamou que a realização da Cúpula dos Parlamentares do G-20 (P-20), entre 6 e 8 de novembro, afetaria os trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Manipulação de Jogos e Apostas Esportivas, presidida por ele.
Qual a trajetória política de Kajuru antes do Senado? Antes de chegar ao Senado, ele foi eleito vereador de Goiânia como o mais votado da história do município. Em 2018, elegeu-se senador por Goiás com mais de 1,5 milhão de votos, consolidando uma base eleitoral significativa.
Com o diagnóstico de Parkinson e a consideração de uma candidatura à Câmara dos Deputados por São Paulo em 2026, Kajuru enfrenta um momento decisivo que equilibra saúde e ambições políticas. O desfecho dependerá de sua evolução médica e das estratégias do PSB, enquanto ele continua a priorizar o tratamento, refletindo sobre seu futuro na política brasileira.