
O irmão do ex-presidente Jair Bolsonaro, Renato Bolsonaro, teve um prêmio de R$ 216,76 da Mega da Virada sacado por outra pessoa, conforme ele relatou em vídeo nas redes sociais no dia 20 de janeiro de 2026. O fato ocorreu quando ele tentou retirar o valor em uma lotérica para reaplicar em um novo jogo, mas foi informado pela atendente que o prêmio já havia sido pago, mesmo estando ele com o volante e o cartão em mãos.
Renato Bolsonaro manifestou indignação ao declarar: "Não existe coisa pior do que ganhar e não levar". Ele questionou a segurança dos sorteios oficiais no Brasil, levantando dúvidas sobre a credibilidade após o atraso do sorteio da Mega da Virada, que deveria ter ocorrido na noite do dia 31 de dezembro de 2025, mas foi adiado para 1º de janeiro de 2026 devido a problemas com o alto número de apostadores. Em seu vídeo, ele argumentou: "Depois de tantos escândalos, Mensalão, Banco Master, INSS que já vivemos que roubavam dinheiro, agora essa suspeita forte sobre os jogos oficiais no Brasil".
O prêmio foi conquistado por meio de um bolão com os irmãos Bolsonaro, que acertaram a quadra com os números 13, 21, 32 e 59. A Mega da Virada de 2025 pagou o maior prêmio da história, ultrapassando R$ 1 bilhão, com seis apostas vencedoras. Renato foi orientado a procurar a Caixa Econômica Federal para resolver o ocorrido, mas expressou preocupação: "Uma dúvida que paira agora sobre uma instituição tão séria é: será que está acontecendo alguma coisa?".
O caso destaca questões sobre a fiscalização e transparência nas loterias brasileiras, especialmente em um contexto de prêmios recordes e alta participação popular. Renato Bolsonaro planejava reaplicar o valor em um novo jogo, mas o incidente o levou a questionar publicamente a integridade do sistema. A situação pode influenciar debates sobre regulamentação e segurança em apostas, com potenciais implicações para a confiança dos cidadãos em instituições governamentais.